31 março, 2010

As Enigmáticas Pedras de Ica



Estas Pedras de Ica mostram um homem montado em um pterodáctilo enquanto caça outros dinossauros (esquerda); um surpreendente mapa mundi mostrando a disposição dos continentes (centro); e outras atividades ainda nãom compreendidas (direita).

 
Mais uma vez, encontramos fatos que podem indicar ter existido outras humanidade...

Nos idos de 1960, na região de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas começou a chegar às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras contém as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais ante-iluvianos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, e uma porção de etc.

Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época... Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.

     Baseando-se nisso, será que estas mais de onze mil pedras gravadas seriam o resultado de uma trabalhosa falsificação? As análises efetuadas sobre a pátina que as cobre, e nas pedras encontradas nos sepultamentos pré-colombianos indicam que não. Entretanto, mais fatos e achados acontecidos nos últimos anos comprovam a veracidade desta “biblioteca megalítica”.

     O mesmo pode ser dito sobre a extinção dos dinossauros. Cabrera, mais uma vez baseando-se nos seus estudos das pedras, chegara a conclusão que o violento e súbito desaparecimento desses monstros, poderia ter sido a queda de um enorme asteróide, ou, talvez, ao choque de um cometa. Anos mais tarde, um cientista norte-americano recebe um prêmio Nobel, por lançar ao mundo a mesma teoria.
     Cabrera também fez referência a uma segunda lua, que fazia órbita em volta da Terra. Estas duas luas apareceram em inúmeras pedras gravadas. O mais intrigante, é que na Cordilheira dos Andes, e entre os sumérios, existem várias e antiqüíssimas “lendas” nas quais, precisamente, menciona uma remota civilização integrada por “homens de pequena estatura e grande crânio”, os quais precisaram refugiar-se nas cavernas do altiplano em decorrência da queda de uma das duas luas que, então, giravam em torno do planeta.

     E mais. Como explicar a presença, nos “mapa-mundi” da “biblioteca” de Ocucaje, da língua de terra unindo, na antiguidade, os continentes sul-americano e antártico? E como explicar esta “coincidência” destes mapas com os MAPAS DE PIRI REIS? (VEJA ESSA MATÉRIA EM NOSSO BLOG) Será que os supostos falsificadores tiveram acesso aos mapas deste almirante turco? Mas que falsificador iria se dar ao trabalho de “confeccionar” mais de onze mil pedras gravadas? E como explicaríamos então as datas coincidentes com as dos túmulos pré-colombianos? E os conhecimentos científicos divulgados pelo doutor Javier antes de serem “oficialmente” descobertos?

     A autenticidade destas “pedras” parece ter sido comprovada. O que falta então para a “ciência oficial” acreditar no que elas nos dizem, ou, pelo menos, avaliar e estudar com mais atenção e profundidade seus “ensinamentos”?

O Mistério dos Sumérios














     Os primeiros registros dos sumérios remontam mais de 3.000 anos antes de nossa era. Sua origem ainda permanece desconhecida. O que sabemos no entanto, é que os Sumérios possuíam uma cultura superior, plenamente desenvolvida, a qual impunham aos semitas, em parte ainda bárbaros.

  Quanto aos seus deuses, estes os procuravam nos cumes da montanhas, ou, quando não haviam montanhas onde se encontravam, faziam aterros formando morros artificiais.




  Conhecimentos e Tecnologia

 
     A astronomia suméria era extremamente avançada. Seus observatórios eram capazes de obter cálculos do ciclo lunar que diferiam somente 0.4 segundos dos nossos cálculos atuais. Foi encontrado também, na colina de Kuyundjick (a antiga Nínive), um cálculo com impressionantes 15 casas, com resultado final igual a 195.955.200.000.000. Os gregos, no auge de seu saber, não se atreveram a ultrapassar o número 10.000, considerando tudo o que passasse deste valor como infinito.

     Na cidade de Nipur, a 150 quilômetros de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições cuneiformes.

     Suas tábulas de argila contém informações preciosas sobre o Sistema Solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão – planeta só (re)descoberto em 1930! Eles possuíam conhecimentos sobre o tamanho, composições químicas e físicas de Plutão e afirmavam que este era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou nova órbita. A Lua era por eles chamada de “pote de chumbo” e diziam que seu núcleo era uma cabaça de ferro. Durante o programa Apollo, a NASA confirmou estes dados…



 
     Idades Avançadas



     Segundo os escritos cuneiformes encontrados, os sumérios conseguiram alcançar idades fantásticas. Segundo estes escritos, os dez primeiros reis governaram, no total, 456.000 anos e os vinte e três reis seguintes, 24.510 anos, 3 meses e 3 dias e meio – período o qual trouxe muitos aborrecimentos a estes reis, ocasionados pela era pós-dilúvio, tempo de reconstrução geral. 




     O Dilúvio Segundo os Sumérios: Influência Extraterrestre?




     Reza um escrito cuneiforme sumério: “E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…”

     Este trecho, de uma das placas encontradas, faz parte da mais antiga descrição do dilúvio que temos conhecimento. Mais antiga até que o poema épico de Gilgamés.

     Na mais antiga das placas até hoje encontradas, o “Noé” dos sumerianos chamado Ziusudra, morava em Shuruppak e lá construiu sua arca. Os sumérios foram edificando ao longo dos séculos torres, pirâmides e casas com todo o conforto para seus “deuses” a quem ofereciam sacrifícios enquanto aguardavam o regresso – e a cada cem anos eles retornavam.

     Seria possível que seres extraterrestres tivessem descido nesta região da terra, passado um pouco de seus conhecimentos para os sumérios e de tempos em tempos voltassem para saber como estavam seus “pupilos”? Isso explicaria a fantástica vida dos reis sumérios e sua incrível tecnologia.
 
     Na tradução das placas de barro sumérias encontradas, diz-se que a Terra teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços caíram aqui e no outro corpo celeste chamado Nibiru.

     Os sumérios acreditavam que seus deuses vieram deste planeta – “o décimo segundo planeta” – que completa uma volta ao Sol a cada 3.600 anos.

     A história diz ainda que após 35 milhões de anos, Nibiru corria risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para a sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Esta mesma história conta que estes eram seres humanóides gigantes que, com o passar do tempo, misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os “filhos dos deuses”.

     Estas plaquetas também contém advertências dos ET’s sobre as calamidades que o planeta iria passar. Segundo estas advertências, o planeta Nibiru passaria muito perto da Terra, fazendo com que a atração gravitacional dos dois planetas provocasse um cataclisma.

     Investigando a mitologia sumeriana e algumas plaquetas e quadros acádicos, temos que os “deuses” sumerianos não tinham forma humana, e o símbolo de cada um dos deuses era invariavelmente ligado a uma estrela. Nos quadros acádicos, as estrelas estão reproduzidas assim como desenharíamos hoje. O singular porém, é que estas estrelas são rodeadas de planetas de diversos tamanhos. Como poderiam saber os sumérios que uma estrela possui planetas?


 
     Os “Deuses” Sumerianos



    Os deuses sumerianos correspondiam a estrelas / astros. Seu deus supremo, Marduk (Marte), segundo o que se sabe, teve construída em sua homenagem, uma estátua em ouro puro, de oitocentos talentos de peso; isso correspondia a uma imagem de 24 toneladas de ouro puro!

     Ninurta (Sírio) era o juiz do Universo. Este pronunciava sentenças sobre os mortais. Há placas com inscrições dirigidas à Marte, Sírio e às Plêiades.

     Suas descrições sobre as armas utilizadas por estes deuses para combater os inimigos, nos remontam a bomba atômica! Foram encontrados desenhos e até uma maquete de uma residência assemelhando-se a um abrigo anti-atômico pré-fabricado, redondo e tosco e com uma única entrada estranhamente emoldurada. Por que e como um povo de mais de 3 mil anos iria construir um abrigo anti-aéreo?

 

     Curiosidades Encontradas nas Terras do Sumérios




- Em Geoy Tepe, desenhos espirais, uma raridade há 6 mil anos;

- Em Gar Kobeh, uma indústria de pederneiras, a qual se atribuem 4 mil anos de idade;

- Em Baradostian, achados idênticos com idade provável de 30 mil anos;

- Em Tepe Asiab, figuras, túmulos e instrumentos de pedra com data anterior a 13 mil anos passados;

- No mesmo local foram encontrados excrementos petrificados de origem desconhecida (não humana);

- Em Karim Schair encontraram-se buris e outras ferramentas;

- Em Barda Balka, foram desenterradas ferramentas e armas de pederneira;

- Na caverna de Schandiar foram encontrados esqueletos de homens adultos e de uma criança, que datam cerca de 47 mil anos, conforme avaliação realizada pelo processo de C-14.



      Conclusão



     Estas são somente algumas descobertas feitas no espaço geográfico de Súmer. Temos então que a cerca de 40 mil anos, na região de Súmer, vivia um aglomerado de seres humanos primitivos. De repente, por motivos até agora desconhecidos (ou não divulgados) pela nossa ciência, lá estavam os sumérios com sua astronomia, cultura e técnicas.
 

RELÓGIO DE COLECIONADOR





Em abril de 1901, um grupo de pescadores de esponja de Dodecaneso, trouxeram à superfície fragmentos de potes, vasos inteiros e estatuetas. Fragmentos estes encontrados nas proximidades da pequena ilha de Antiquera, situada ao sul do arquipélago grego.

  Uma expedição arqueológica liderada pelo professor Valerios Stais foi organizada para examinar e catalogar o material que estava vindo à tona com uma frequência cada vez maior. Foi descoberto que uma galeria antiga havia naufragado ali.  

  Dentre os objetos recolhidos, o professor Stais se deparou com uma peça metálica, o qual, a primeira vista, julgou ser uma estatueta carcomida pela ação do mar. Eis que numa análise mais cuidadosa, o professor se deparou o que parecia ser uma engrenagem. Esta descoberta marcou o início do trabalho de recuperação e restauração da peça, o qual levou 50 anos para ser concluido.
 
     No início, acharam ser um aparelho de medição da inclinaçào do Sol ou das estrela, porém, depois de completamente reconstruida e restaurada, e depois de decifradas as inscrições nela contidas, os arqueólogos tiveram uma grande surpresa: um relógio com mais de 2 mil anos.

     O relógio de Antiquera é uma verdadeira maravilha de alta precisão, envolvendo conceitos e abstracionismos matemáticos que, até onde sabemos, somente começaram a ser desenvolvidos na Idade Média.

     A galeria a qual pertencia esta valiosa mercadoria, foi vítima de um infortúnio há cerca de 2 mil anos. O aparelho foi cuidadosamente estudado. O calendário astronômico que serviu de referência para a montagem dos mostradores e as palavras utilizadas permitem datar o naufrágio entre 50 e 80 a.C..

     Não se sabe ainda que energia era empregada para mover tais engrenagens, mas acredita-se que era por meio de força hidráulica: o aparelho era fixo em algum lugar e se fazia correr a água de um tanque, como os sistemas idênticos introduzidos pela "primeira vez" no relógio da Catedral de Estrasburgo, em plena Idade Média.

     Sabe-se porém, que os conhecimentos sobre a roda dentada ou engrenagem é bem antigo. Os romanos e os gregos já o tinham.


Bibliografia:

- Grandes Enigmas da Humanidade - Editora Vozes - Luiz C. Lisboa e Roberto P. Andrade

20 março, 2010

A FANTÁSTICA CIDADE FANTASMA DO FUTURO NO NORTE DO BRASIL!



Nunca se sabe quando portais para outra dimensão são abertos.
O que acontece quando isso ocorre? Que efeitos podem provocar?
O que atravessa por esses portais? Que caminhos surgem e para onde levam?
Isso ninguém sabe, por enquanto.......




No Brasil, em uma região remota do norte do país existe uma área onde um fato misterioso intriga os pilotos de aeronaves que circulam por essa área.

Todos aqueles que voam sobre a misteriosa e densa Floresta Amazônica por força do ofício, tais como pilotos de aviões e helicópteros que servem à garimpagem e outras explorações de frentes de trabalho, sabem que no triângulo formado pela região entre SANTARÉM (Coordenadas 2°26'30.17"S, 54°42'48.83"O) - MANAUS (Coordenadas 3° 6'25.89"S, 60° 1'34.06"O) - PORTO VELHO (Coordenadas 8°45'42.57"S, 63°54'7.06"O) é constantemente avistada uma gigantesca e fantástica cidade, já apelidada pelos pilotos como a cidade de Buck Rogers ou ainda a cidade do ano 3000!

Essa coisa assombrosa possui edificações cilíndricas e outras em forma de cúpulas com estranhas vias de acesso espiraladas. Segundo aqueles diversos profissionais do ar que a viram, inclusive um dos pilotos que serviu como testemunha, é qualquer coisa de ser perder o fôlego, já que até mesmo os mais custosos filmes de ficção científica pareceriram meros desenhos animados diante daquela cidade maravilhosa.
É uma coisa verdadeiramente do futuro, sem quaisquer palavras que possam descrevê-la, uma vez que está coberta de reluzentes pirâmides, imensas torres e enormes edifícios em forma de cúpulas ou domos!


 Imagem obtida através do "Google Earth", mostrando a área onde surge a "Cidade Fantasma", a qual já foi observada por muitos pilotos de aeronaves em suas viagens pela região.


Essa impressionante visão, vinda do passado ou quem sabe do futuro, tal como uma miragem diabólica, costuma surgir repentinamente no campo visual dos atônitos pilotos. E ainda, como se fossse uma armadilha sinistra e mortal, apresenta uma enorme pista longitudinal como convidando-os para uma aterrissagem!
- É uma coisa do futuro, não existem palavras que a descrevam, assegura um dos pilotos que testemunharam o fato.

São centenas de pilotos que a viram e de forma absolutamente idêntica a descrevem durante suas conversas ao pé das fogueiras dos acampamentos.

Houve até o caso de um deles, que num assomo de coragem resolveu aceitar o desafio proposto pela enigmática cidade:
 Ao avistar a estranha metrópole, que é dotada de uma imensa pista longitudinal, iniciou um procedimento de pouso e preparou-se para nela aterrisar, sendo que por pouco não se espatifou nas imensas copas das árvores, já que quando acionou os flaps para finalizar o pouso e o avião começou a descer, a imagem daquela imensa cidade com a pista de aterrissagem sumiu repentinamente e o seu trem de pouso chegou a roçar levemente o topo de diversas árvores, como se aquela cidade fantástica nunca estivesse naquele local, quase ocosionando um gravíssimo acidente do qual não teria escapado, não fosse a sua perícia!

 O que seria, afinal, essa misteriosa cidade-espectro que surge e desaparece sem deixar rastros?
Seria uUma estranha miragem, mas neste caso refletida a partir de onde?
Seria uUma distrorção de tempo espeço mostrando cenas do passado ou talvez do futuro?
Seria uUma engenhosa armadilha dimensional destinada a capturar nossos aviões?
 
Ou mais fantasticamente ainda, ela existiria realmente e seria provida de um bem sofisticado equipamento de camuflagem para afastar ou até mesmo liquidar os possíveis visitantes que a estariam prestes á dscobri-lá?

 Outros fatos intrigantes também ocorrem na mesma região, onde por várias vezes já foram observados Objetos Voadores não Identificados acompanhando vôos de carreira, sendo alguns desses casos fotografados pelos pilotos dos aviões envolvidos.

Esses testemunhos dos pilotos são altamente relevantes, devido à sua alta competência, experiência de vôo e credibilidade junto às empresas em que trabalham.


 Esta indiscutível, autêntica e sobretudo nítida foto foi tomada a bordo da cabine de comando de um avião de passageiros da VARIG - a maior empresa aérea brasileira - quando voava por sobre a Floresta Amazônica, entre Manaus e Belém em 1976, e foi ostensivamente seguida por um OVNI!


Haveria alguma relação entre os OVNI's avistados naquela misteriosa região com a aparição da misteriosa "Cidade do Futuro", ou seriam fatos independentes?

Haveria algum portal interdimensional que ocasionamente se abre fazendo a ligação do nosso mundo com o de outra dimensão, e nesse momento as pessoas que testemunharam essa aparição teriam contato com esse mundo?


Quem sabe um dia conseguiremos descobrir o que há detrás desse fantástico mistério!  

18 março, 2010































Torre Negra (The Dark Tower) é uma série dividida em 7 volumes escrita por  STEPHEN KING. A série é inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, escrito por Robert Browning e repleta de referências à cultura pop, às Lendas Arturianas e ao faroeste. A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea.
Stephen King começou a escrever a coleção quando ainda era um estudante universitário, na década de 1970. O primeiro volume, O Pistoleiro (The Gunslinger), foi publicado inicialmente em capítulos na revista de ficção científica The Magazine of Fantasy and Science Fiction. Relançado em 1982 em forma de livro, foi seguido por A Escolha dos Três (The Drawing of the Three, 1987), As Terras Devastadas (The Waste Lands, 1991), Mago e Vidro (Wizard and Glass, 1997), Lobos de Calla (Wolves of the Calla, 2003), Canção de Susannah (Song of Susannah, 2004), e finalmente A Torre Negra (The Dark Tower, 2004).

Desde seu lançamento, a coleção vem reunindo milhares de fãs no mundo todo, e é considerada por muitos leitores e críticos a obra mais importante do escritor norte-americano.
(Fonte: Wikipedia)


Vamos à história

 

Roland Deschain tem uma missão em vida, como Último dos Pistoleiros, que é caçar O Homem de Preto e, por consequência, A Torre Negra. Para tanto, ele vai sacrificar o que tiver de sacrificar, até mesmo o próprio corpo. Em seu caminho surgem estranhos lugares e criaturas, inclusives pessoas “de muito longe”, ainda mais de onde seus sonhos chegam. O pistoleiro, também chamado Roland de Gilead, é um sobrevivente, e como tal, é obrigado às vezes a acreditar apenas em si e no Ka, uma palavra que significa no seu mundo o mesmo que destino, unindo a todos.

Ao longo da história, você vai conhecendo gradualmente o passado obscuro de Roland, os tempos antes de “O Mundo seguir adiante” como é tantas vezes repetido. Época, inclusive, que lembra razoavelmente os contos arthurianos. É exatamente esse o trecho da história que a mini-série que a Panini está publicando no Brasil trata: O aprendizado de Roland, suas primeiras vivências como Pistoleiro e a prenúncia do Caos que ele cita tantas vezes durante os livros. A série é feita pela Marvel e tem uma imensa qualidade, tanto de roteiro, fidedigno ao original, quanto de imagens, belíssimas e esclarecedoras.

A narrativa, como eu disse antes, é fantástica, assim como o tamanho absurdo da ordem completa, enorme até mesmo para mim, que gosto de ler. O problema surge quando o texto fica morno e parece que você cansa da leitura. Não é para todos os gostos, claro, como qualquer livro, mas é possível que você se surpreenda, principalmente quando passa por A Escolha dos Três, segundo livro da série, o melhor até agora, na minha opinião, que estou lendo o quarto, Mago e Vidro.

A narrativa, como eu disse antes, é fantástica, assim como o tamanho absurdo da ordem completa, enorme até mesmo para mim, que gosto de ler. O problema surge quando o texto fica morno e parece que você cansa da leitura. Não é para todos os gostos, claro, como qualquer livro, mas é possível que você se surpreenda, principalmente quando passa por A Escolha dos Três, segundo livro da série, o melhor até agora, na minha opinião, que estou lendo o quarto, Mago e Vidro.

17 março, 2010

Coleção Revista Scientific American Brasil – Ano I e II – 24 Edições



Este CD ROM contém as 24 primeiras edições da revista Scientific American Brasil, para ler e consultar.


 EDIÇÕES DISPONÍVEIS:

01 – Junho/2002 – Nano Tecnologia
02 – Julho/2002 – Corações Ardentes
03 – Agosto/2002 – O Enigma da Matéria Escura
04 – Setembro/2002 – Aids O desafio da vacina
05 – Outubro/2002 – As Múltiplas faces do Tempo
06 – Novembro/2002 – Amazônia a respiração da Floresta
07 – Dezembro/2002 – A História do Universo
08 – Janeiro/2003 – A Dança do Gelo
09 – Fevereiro/2003 – Nanodrives
10 – Março/2003 – Magnetars As novas criaturas do Zoológico Cósmico
11 – Abril/2003 – Penas de Dinossauros
12 – Maio/2003 – A Ferocidade crescente do Etna
13 – Junho/2003 – O Mistério Luminoso de Eta Carina
14 – Julho/2003 – Pandemias
15 – Agosto/2003 – As Raízes do Câncer
16 – Setembro/2003 – O universo é um Holograma?
17 – Outubro/2003 – O Cerébro Aperfeiçoado
18 – Novembro/2003 – Redesenhando a Vida
19 – Dezembro/2003 – Em busca da Vida
20 – Janeiro/2004 – Teoria das Cordas e as 11 dimensões do Espaço-Tempo
21 – Fevereiro/2004 – Átomos que constroem o Tempo e o Espaço
22 – Março/2004 – Robôs que exploram Marte nascem nos desertos da Terra
23 – Abril/2004 – Anomalia Magnética
24 – Maio/2004 – O Lado esquerdo do Cérebro


Para executar este cd você deve gravar a imagem com um gravador de CD, ou usar um programa emulador como Daemon Tools.

Coleção Revista Scientific American Brasil – Ano I e II – 24 Edições


Tamanho: 404.02mb

A MANSAO HOLLOW - AGATHA CHRISTIE


















Um assassinato na piscina de uma agradável mansão na Inglaterra é o mistério a ser resolvido por Hercule Poirot. A vítima é John Christow, a paixão de uma bela atriz de Hollywood. Angústia, ciúme e traição são os principais elementos deste romance, o último de Agatha a ser traduzido para o português.
 
 
 
 
 
 

Audiobook : A ARTE DA GUERRA

















ESTE É PARA QUEM NÃO TEM TEMPO DE PEGAR UM LIVRO E LER, HUMM... TÁ
BOM É PRA QUEM TEM PREGUIÇA DE LER MESMO. LEVE ESTA OBRA PRIMA PARA
QUALQUER LUGAR NO PEN DRIVE, MP3, IPOD, CELULAR, BANHEIRO.... ETC.


SE GOSTOU DESTE POST DEIXE UM COMENTÁRIO... ATÉ MAIS!!


EDIÇÃO COMPLETA
14 FAIXAS
LIVRE DE VÍRUS

Muito Além do Segredo – Ed Gungor


















É possível acreditar em Deus e na lei da atração ao mesmo tempo? E se essa lei, citada no best-seller O Segredo, de fato funciona, por que não é mencionada na Bíblia? Ou será que ela está lá, em algum lugar? Algumas das respostas que você vai ouvir poderão surpreendê-lo, mas, para Ed Gungor, definitivamente existe algo muito além do segredo que precisa ser levado em conta: Deus!

 Narrado por: Marcello Picchi
Estilo: Audiobook
Gênero: Auto Ajuda
Autor: Ed Gungor
Tamanho: 98.4 Mb
Formato: Zip
Idioma: Português

Audiobook : O Mistério da Vida Humana


















Quem nos criou? Por quê? Para quê? A vida humana é um mistério. Mas é um MISTÉRIO que já foi desvendado! Neste livrete conheça o verdadeiro significado de sua vida.



Servidor: Megaupload
Idioma: Português
Tamanho: 17 mb
Formato: .Rar



O MAPA DE PIRI REIS





       Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados. Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre heroi(para os turcos) e pirata(para os europeus), que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como preparou estes mapas.

       Sua obra já era conhecida há muito tempo, mas somente adquiriu importância após a descoberta de tais cartas, ou melhor, após as cartas e o livro terem sido confrontados e averiguados sua veracidade.

       Descendente de uma tradicional família de marinheiros, suas façanhas contribuiram para manter alto no Mediterrâneo o prestígio da marinha turca. Em sua obra são descritas em detalhes as principais cidades daquele mar e apresenta ainda 215 mapas regionais muito interessantes. Afirma ainda em sua obra que: "a elaboração de uma carta demanda conhecimentos profundos e indiscutível qualificação".

       No prefácio de seu livro Bahrye, Piri Reis descreve como se baseou e preparou este tão polêmico mapa, na cidade de Galibolu, entre 9 de março e 7 de abril de 1513. Declara aí que para fazê-las estudou todas as cartas existentes de que tinha conhecimento, "algumas delas muito antigas e secretas". Eram mais de 20, "inclusive velhos mapas orientais de que era, sem dúvida, o único conhecedor na Europa".

       Piri Reis era um erudito, e o conhecimento que tinha das línguas espanhola, italiana, grega e portuguesa, muito o auxiliou na confecção das cartas. Possuia inclusive um mapa desenhado pelo próprio Cristóvão Colombo, carta que conseguira através de um membro de sua equipe, que fora capturado por Kemal Reis, tio de Piri Reis.

       Os mapas de Piri Reis são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo dos litorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.


   A princípio não lhes foram atribuidas o devido valor. Em 1953, porém, um oficial da marinha turca enviou uma cópia ao engenheiro-chefe do Departamento de Hidrografia da Marinha Americana, que alertou por sua vez Arlington H. Mallery, um especialista em mapas antigos. Foi então quando o "caso" das cartas de Piri Reis veio a tona.
 
       Mallery fez estudar as cartas por algumas das maiores autoridades mundiais do assunto, como o cartógrafo I. Walters e o especialista polar R. P. Linehan. Com a ajuda do explorador sueco Nordenskjold e de Charles Hapgood e seus auxiliares, chegaram a uma conclusão sobre o sistema de projeção empregado nos mapas que fora então confirmada por matemáticos: embora antigo, o sistema de Piri Reis era exato. Além disso, o mapa traz desenhadas, na parte da América Latina, algumas lhamas, animais desconhecidos na Europa, àquela época. Também as posições estão marcadas corretamente, quanto à sua longitude e latitude. O mais impressionante é que até o século 18, os navegadores corriam risco de que seus barcos batessem em litorais rochosos, pois lhes faltava algo. A capacidade de calcular a longitude. Para isso necessitavam de um relógio extremamente preciso. Somente em 1790 o primeiro relógio marinho preciso foi inventado e os navegadores puderam saber sua posição nos mares.

       Comparado a outras cartas da época, o mapa de Piri Reis as supera em muito.

       A análise das cartas de Piri Reis esbarrou em outra polêmica: se tudo ali aparece representado com notável exatidão, então como explicar as formas das regiões árticas e antárticas, diferentes das da nossa era? O resultado das pesquisas é incrível. As indicações cartográficas de Piri Reis mostram a conformação das regiões polares exatamente como estavam à mostra antes da última glaciação. E de maneira perfeita. Confrontando as indicações dos mapas com os levantamentos sísmicos realizados na região em 1954, tudo batia em perfeita concordância, exceto por um local, o qual Piri Reis indicava por duas baías e o mapa recente, terra firme. Realizados novos estudos, verificou-se que Piri Reis é que estava certo. O estudioso soviético L. D. Dolgutchin julga que as duas cartas foram elaboradas após a derradeira glaciação terrestre, com o auxílio de instrumentação avançada; o que nada nos esclarece.

       Levando-se em conta a história como nos é contada e aos conhecimentos que temos em mãos, fica a pergunta: de onde vieram estes instrumentos e como existiriam tais instrumentos antes de Colombo?

       A resposta deve estar nos "mapas antigos e secretos" que ele usou como orientação para suas cartas. Estudos mostram que a glaciação dos pólos ocorreu depois de uma época situada aproximadamente entre 10.000 anos atrás. Naquela época, o que havia de mais civilizado, segundo os historiadores clássicos, eram os Cro-Magnon da Europa. Além disso, Mallery chama atenção de que para elaborar um mapa como aquele, Piri Reis precisaria de toda uma equipe perfeitamente coordenada e de levantamento cartográfico aéreo. Mas quem teria, naquela época, aviões e serviços geográficos?

       O mistério continua: de onde vieram estes mapas? Quem cartografou o globo com uma acuidade que mal podemos conseguir hoje?


Bibliografia:
  • Grandes enigmas da humanidade, Editora Vozes – Luiz C. Lisboa & Roberto P. de Andrade;
  •        
  • The Orygins of Man – NBC;
  •        
  • Maps of the ancient seas – Charles H. Hapgood


A Suposta Morte de Paul Mcartney em 1966



ANTES DE ENTRARMOS A FUNDO NESTE ASSUNTO VEREMOS UM POUQUINHO SOBRE
MENSAGENS SUBLIMINARES NA HISTÓRIA DOS BEATLES.


Diversas mensagens subliminares foram encontradas nas músicas e capas de discos dos  Beatles. O fato mais impressinante são as mensagens subliminares onde John Lennon revela a morte de Paul Macartney. O incentivo subliminar ao consumo de drogas, ocultismo, violência e necrofilia é encontrado no trabalho da banda mais famosa do planeta. Seguidores de Aliester Crowley (satanista conhecido como "A Besta"), os "garotos de Liverpol" não tinham nada de ingênuos e estavam envolvidos com ideologias extremamente suspeitas para artistas que supostamente defendiam a "paz e o amor".


Subliminar nas Músicas dos Beatles


"Lucy in the Sky with Diamonds"- A aparentemente estranha : "Lucy in the Sky with Diamonds" (tradução: Lucy no céu com diamantes), na verdade, tinha nas iniciais do próprio título a mensagem subliminar "LSD". O objetivo era difundir a marca  "L.S.D.", droga lisérgica muito usada nos anos sessenta, um similar do ácido.* "Sem Lenço Sem Documento" de Caetano Veloso rebate os Beatles usando a subliminar : Sem L S D .

"Revolution 9"- A música "Revolution 9" (tradução: revolução 9), do 'Álbum Branco', entre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos e metralhadoras, ouve-se: "number nine" que, ao contrário ('backward masking') fala: "Turn me on DEAD man" (tradução: Excite-me homem morto). É decepcionante saber que os Beatles incentivavama necrofilia, de uma forma tão covarde e estúpida. aberrações, como










"Hey Jude" - A música "Hey Jude" (tradução:'Hey viciado') fala: '...Lembre-se de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se melhor'. A mensagem subliminar é simples e cruel: deixar entrar as "agulhas das seringas com drogas injetáveis" debaixo da pele e sentir-se melhor.






DEPOIS DESTA SURPRIENDENTE  DISCRIÇÃO VAMOS ENTÃO
AO QUE NOS INTERESSA:



A Morte de Paul Mcartney



Paul Mcartney morreu em 1966 em um acidente de carro. Os "Beatles" eram fundamentais para a nazificação do mundo, graças a eles todos os jovens usavam o mesmo corte de cabelo, a mesma roupa, e tinham as mesmas idéias... Eram os novos mitos da cultura POP dos anos sessenta e funcionavam perfeitamente para os fins aos quais foram destinados. O acidente de Paul foi ocultado pela gravadora Capitol que convocou um sósia, o também inglês Willian Campbell. John Lennon não aceitou a farsa e por isso espalhou mensagens subliminares com a afirmação de que Paul Mcartney estaria morto. Se a lenda "Paul is Dead" foi implantada para esclarecer a verdade ou é mais um mórbido ato de marketing  dos "garotos ingleses" ainda não sabemos mas, diante de tanta farsa na história do século 20, não seria de se espantar se o verdadeiro Paul Mcartney estivesse realmente morto.





Na capa do "Abbey Road" - 1969:  O Funeral - Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro.  O Carro na Rua - Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente. O Carro de Polícia - Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência,  como um acidente de trânsito.


 
 O cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia? Pés descalços - Paul é o único Beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados.




A Chapa do Carro - A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a  abreviação de "Linda McCartney Weeps" (Linda McCartney Chora) ou "Linda McCartney Widow" (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria "28 years IF alive", o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27 mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.



 
Os Furos na Parede - Observe os furos na parede antes da palavra "Beatles". Agora ligando os furos, notamos que forma-se a frase "3 Beatles".






Na capa do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" - 1967 - Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas.


 

 Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul   O Contra-baixo de Canhoto - O contra-baixo colocado nesta capa, composto de flores amarelas é na verdade um instrumento próprio para canhotos.




O Local do Enterro - Observe que no final da palavra "Beatles" está a letra "o" (composta por flores vermelhas), formando assim a frase "Be at Leso" (Está em Leso), nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.



Se colocarmos um espelho no meio da palavra "HEARTS", que está escrita no bumbo, aparece "HE DIE", ficando a frase "LONELY HE DIE", o mesmo que "Solitário, ele morre".


  
foto de Aliester Crowley (guru satanista - conhecido como "A Besta") inserida na capa de "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".



Declarações de Paulo Coelho em "As Valkirias" (pág.127) sobre esta capa: "...E as pessoas sempre respeitam mais aquele que diz coisas que ninguém entende. Do resto - Hare Krishna, Meninos de Deus, Igreja de Satã, Maharishi -, do resto todo mundo participava. A Besta - a Besta só para os eleitos! "A lei do forte", dizia um texto dela. A Besta estava na capa do Sargent Pepper's, um dos mais conhecidos discos dos Beatles - e quase ninguém sabia. Talvez nem os Beatles soubessem o que estavam fazendo quando colocaram aquela fotografia lá."
No álbum "Magical Mystery Tour" - 1967 - No final da música "Strawberry Fields Forever" se ouve ao fundo John Lennon dizer "I buried Paul" (eu enterrei Paul).




Outro fato estranho, você observa na foto do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.

 
NOTÍCIAS
 

                                    
                                       "A verdade sobre
a morte de Paul teria vazado nos Estados Unidos e divulgada por um DJ de uma rádio de Detroit. A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, transformou-se em livros, especiais de TV, sites e agora  no filme "Paul is Dead". O filme revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Segundo esse boato, Paul teria sido decapitado em um desastre de carro na Inglaterra e para evitar o choque que a notícia causaria nos fãs, um sósia foi colocado em seu lugar, e assim a banda deu seqüência à sua dominação  mundial. John Lennon, que nunca engoliu a farsa, passou a espalhar pistas subliminares da morte do parceiro pelas famosas  capas dos álbuns da banda. "(Folha de S.Paulo-20/out/2000).
"Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas antes e depois de 66, por Paul." Lúcio Ribeiro (reportagem local) da Folha de S.Paulo (20/10/00). 





































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