18 março, 2010































Torre Negra (The Dark Tower) é uma série dividida em 7 volumes escrita por  STEPHEN KING. A série é inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, escrito por Robert Browning e repleta de referências à cultura pop, às Lendas Arturianas e ao faroeste. A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea.
Stephen King começou a escrever a coleção quando ainda era um estudante universitário, na década de 1970. O primeiro volume, O Pistoleiro (The Gunslinger), foi publicado inicialmente em capítulos na revista de ficção científica The Magazine of Fantasy and Science Fiction. Relançado em 1982 em forma de livro, foi seguido por A Escolha dos Três (The Drawing of the Three, 1987), As Terras Devastadas (The Waste Lands, 1991), Mago e Vidro (Wizard and Glass, 1997), Lobos de Calla (Wolves of the Calla, 2003), Canção de Susannah (Song of Susannah, 2004), e finalmente A Torre Negra (The Dark Tower, 2004).

Desde seu lançamento, a coleção vem reunindo milhares de fãs no mundo todo, e é considerada por muitos leitores e críticos a obra mais importante do escritor norte-americano.
(Fonte: Wikipedia)


Vamos à história

 

Roland Deschain tem uma missão em vida, como Último dos Pistoleiros, que é caçar O Homem de Preto e, por consequência, A Torre Negra. Para tanto, ele vai sacrificar o que tiver de sacrificar, até mesmo o próprio corpo. Em seu caminho surgem estranhos lugares e criaturas, inclusives pessoas “de muito longe”, ainda mais de onde seus sonhos chegam. O pistoleiro, também chamado Roland de Gilead, é um sobrevivente, e como tal, é obrigado às vezes a acreditar apenas em si e no Ka, uma palavra que significa no seu mundo o mesmo que destino, unindo a todos.

Ao longo da história, você vai conhecendo gradualmente o passado obscuro de Roland, os tempos antes de “O Mundo seguir adiante” como é tantas vezes repetido. Época, inclusive, que lembra razoavelmente os contos arthurianos. É exatamente esse o trecho da história que a mini-série que a Panini está publicando no Brasil trata: O aprendizado de Roland, suas primeiras vivências como Pistoleiro e a prenúncia do Caos que ele cita tantas vezes durante os livros. A série é feita pela Marvel e tem uma imensa qualidade, tanto de roteiro, fidedigno ao original, quanto de imagens, belíssimas e esclarecedoras.

A narrativa, como eu disse antes, é fantástica, assim como o tamanho absurdo da ordem completa, enorme até mesmo para mim, que gosto de ler. O problema surge quando o texto fica morno e parece que você cansa da leitura. Não é para todos os gostos, claro, como qualquer livro, mas é possível que você se surpreenda, principalmente quando passa por A Escolha dos Três, segundo livro da série, o melhor até agora, na minha opinião, que estou lendo o quarto, Mago e Vidro.

A narrativa, como eu disse antes, é fantástica, assim como o tamanho absurdo da ordem completa, enorme até mesmo para mim, que gosto de ler. O problema surge quando o texto fica morno e parece que você cansa da leitura. Não é para todos os gostos, claro, como qualquer livro, mas é possível que você se surpreenda, principalmente quando passa por A Escolha dos Três, segundo livro da série, o melhor até agora, na minha opinião, que estou lendo o quarto, Mago e Vidro.

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